Stone abre vagas de emprego em Curitiba

Fintech busca talentos para integrar o time comercial

 A Stone, empresa de tecnologia em serviços financeiros, tem novas oportunidades de emprego abertas em Curitiba. As vagas são para o time comercial externo da fintech que busca pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Para se candidatar, é só acessar o site e se inscrever.

Não há data limite para realizar a inscrição no portal. As vagas contam com salário fixo + variável relacionada ao cumprimento de metas. Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.

Curitiba é um polo estratégico para a companhia. Por isso estamos investindo em oportunidades de emprego na região que nos permita continuar crescendo e atendendo bem aos nossos clientes”, explica Augusto Lins, presidente da Stone.
“Nosso modelo de atuação é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além dos grandes centros. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o país. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos clientes”, completa.

Diante do cenário de pandemia no país e seguindo as normas de segurança ditadas pela Vigilância Sanitária, a Stone está conduzindo os processos seletivos com todas as etapas de forma on-line, garantindo a saúde dos candidatos e dos recrutadores. O processo de contratação inclui testes on-line e entrevistas por videoconferência e não haverá a etapa presencial para conhecer as instalações da empresa, nesse primeiro momento.

Stone está em busca de pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Além dessas oportunidades, empresa tem vagas abertas em outras cidades e áreas, todas elas estão listadas no portal Jornada Stone .

Sobre a Stone

Stone é uma empresa de tecnologia financeira que possui uma plataforma de soluções de venda e gestão cujo propósito é melhorar a vida do empreendedor brasileiro, ajudando-o a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer sempre. Por meio de tecnologia e inovação, contribui para o fortalecimento e a evolução do mercado. Com clientes espalhados por todo o Brasil, desenvolve um relacionamento próximo e personalizado com cada um dos lojistas que atende.

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Agricultura prevê ano positivo para os produtores paranaenses de maçã

Os produtores paranaenses de maçã estão na expectativa de uma boa comercialização, com rentabilidade satisfatória, pelo segundo ano consecutivo. A expectativa é vender a caixa de 18 quilos da fruta entre R$ 50,00 e R$ 55,00 cada uma, quando houver mais oferta. Hoje, por exemplo, com menos oferta, a caixa de maçã está sendo comercializada em torno de R$ 70,00 – a fruta já embalada e classificada. Considerando os custos, calculados entre R$ 30,00 e R$ 35,00 a caixa, o preço está atrativo. As informações são da Agência de Notícias do Paraná.

Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, o Paraná é o terceiro produtor nacional de maçã, com destaque para o cultivo da variedade precoce Eva, desenvolvida pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná –Iapar-Emater (IDR-Paraná). Essa variedade é mais cultivada na Região Metropolitana de Curitiba – na capital e na Lapa, Porto Amazonas e Campo do Tenente. Também são destaques as variedades Gala e Fuji, mais cultivadas nas regiões de Palmas e Guarapuava, grandes produtoras.

Neste ano de 2021, a safra de maçã no Paraná deve superar 32 mil toneladas, o que representa uma oferta ajustada ao consumo, por isso o preço melhor para o produtor. Desse total, 14 mil toneladas são da variedade Eva e 5 mil toneladas da variedade Gala. Na RMC, os produtores ficaram satisfeitos com produção deste ano e com a média de preços alcançados. A exceção é para a Lapa, que sofreu com a geada ocorrida em 22 de agosto. Os produtores perderam metade da safra e não conseguiram realizar a venda que esperavam, informou o produtor Odair Pangracio.

Outras 13 mil toneladas serão colhidas nas regiões de Palmas e Guarapuava, praticamente repetindo o volume colhido no ano passado. Nessas duas regiões o cultivo de maçã se dá em torno de 420 mil hectares, ocupados por cerca de 15 produtores.

Segundo Ivanir Leopoldo Dalanhol, que é diretor técnico e de qualidade da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã, produtor e também assessor técnico de empresa de assistência técnica no Paraná, a colheita de maça na região Sul do Estado já começou. Devem ser colhidas 7.500 toneladas da variedade Gala e 5.100 toneladas da variedade Fuji, até o mês de abril.

COMERCIALIZAÇÃO – Segundo o produtor, a comercialização foi favorável aos produtores para as variedades precoces. “Viemos de um mercado com baixa oferta de frutas também a nível nacional e isso elevou o preço da maçã no mercado”, afirmou. Ele explicou que no ano passado foram colhidas 980 mil toneladas maçãs no País, quantidade abaixo do consumo. Com isso, no final do ano o preço se elevou para o produtor.

2021 – Neste início de ano, os preços continuam bons, embora a tendência seja baixar um pouco com a entrada de safra de outras regiões produtoras. “Mas a expectativa é que o preço continue bem atrativo”, disse Dalanhol.

COMÉRCIO EXTERIOR – Ele informa que para este ano a previsão é colher 1,15 milhão de toneladas no País. Além disso há um movimento de importação e exportação de maçãs que deve ficar em torno de 80 mil toneladas para importação e de 100 mil toneladas para exportação, uma quantidade maior aproveitando o dólar alto e mais atrativo, complementou.

Dalanhol explica que a exportação de maçã brasileira é feita por grandes empresas e isso diminui a oferta da fruta nacional no primeiro semestre. Já a importação normalmente ocorre no segundo semestre. Mas, segundo o produtor, não há expectativa de queda no preço por causa das importações porque o dólar está num patamar alto e mantém o preço da fruta elevado por aqui também. Além disso, o preço da maçã na Europa está elevado, o que anima os produtores a alcançarem um patamar médio bom, como foi no ano passado.

PRODUTIVIDADE – Apesar do preço bom ao produtor, não há previsão de aumento de área plantada com maçã no curto espaço de tempo. Isso porque o consenso entre os produtores é  aumentar a produtividade primeiro, antes de pensar em novos plantios.

Atualmente, o produtor paranaense colhe entre 30 a 35 toneladas de fruta por hectare, o que dá espaço para elevar esse rendimento porque os custos permanecem os mesmos. Segundo o produtor, há potencial para elevar esse rendimento até 60 toneladas de maçã por hectare. “Podemos ganhar mais no aumento da produtividade do que no aumento de área”, disse Dalanhol.

TECNOLOGIA – Para conseguir faturar mais e conseguir mais sobras de caixa é necessário elevar a produtividade. Para isso, os produtores já estão trabalhando em novas tecnologias que estão surgindo como a questão nutricional das plantas. E também não descuidar da poda, que é uma prática essencial do cultivo de maçã.

Outras tecnologias aplicadas é a aplicação de novos produtos para quebra de dormência da planta e pomares mais adensados, com pés de planta mais altos e copas mais adensadas. Na questão nutricional, a preocupação dos produtores é equilibrar a planta com aplicação de adubo, correções de solo, que são tecnologias que disponibilizam mais elementos para as plantas.

ARMAZENAGEM – No Paraná, os produtores podem contar com a rede de frio do Instituto de Desenvolvimento do Paraná (IDR) que mantém um armazém para capacidade com 7,5 mil  toneladas em Guarapuava, onde também são feitas as classificações e embalagens das frutas. Já a iniciativa privada coloca à disposição dos produtores mais câmaras frias que totalizam um adicional de 3 mil toneladas.

Governo dá aval a compra de vacinas privadas contra Covid e envolve fundo de investimento

O governo enviou uma carta à fabricante AstraZeneca na qual dá aval para que empresas privadas brasileiras possam adquirir um lote de 33 milhões de doses de vacina desde que metade do lote seja doado ao SUS (Sistema Único de Saúde), como revelou o Painel, da Folha de S. Paulo, nesta segunda (25).

Na carta, encaminhada em inglês na sexta-feira (22), o governo envolve o fundo de investimento BRZ na negociação. Leia mais em Paraná Portal.