Paraná emite alerta aos municípios para que monitorem estoques de oxigênio

O governo do Paraná emitiu alerta para que todas as prefeituras do estado monitorem seus estoques de oxigênio com o avanço acelerado da pandemia de coronavírus. A notificação foi feita quarta-feira (3), mesmo dia em que o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, afirmou que a rede hospitalar do estado está entrando em colapso, o que abriu mais uma corrida pela ativação de leitos. Alguns hospitais já não estão mais recebendo pacientes por estarem superlotados.

“Enviamos ofício para todos os municípios para que alinhem suas expectativas de acordo com a sua realidade de distribuição nas estruturas de saúde que utilizam oxigênio e que estejam preparadas para o atendimento com aumento de demanda”, disse Beto Preto à Agência Estadual de Notícias.

 

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Projeto que prevê concessão de rodovias e redução de tarifas de pedágios no Paraná é aprovado e será debatido a partir de fevereiro

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, nesta quinta-feira (28), um projeto que prevê mais de R$ 40 bilhões em investimentos privados nas estradas paranaenses e a redução das tarifas nos pedágios do estado.

O assunto será debatidos com a sociedade na etapa de audiências públicas, que está prevista para começar no dia 2 de fevereiro. As audiências devem ser realizadas de maneira online e presencial.

Os estudos foram apresentados pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL) para a concessão de 3.327 quilômetros de rodovias estaduais e federais em todo o estado. Leia mais no G1 Paraná.

Secretários de Saúde defendem que vacina vá para grupos vulneráveis

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgou nota hoje (27) em que questiona a posição do governo federal de apoio à compra de lotes de vacinas por empresas para imunização de seus empregados. As informações são da Agência Brasil

A entidade disse ter recebido a manifestação do governo “com surpresa” e que a urgência deste momento na pandemia é a vacinação de todos, razão pela qual a imunização deve “seguir critérios técnicos e não o poder de compra”.

“O Conass defende que esforços sejam dispensados para garantir, o mais rapidamente possível, vacinas para todos. Se a farmacêutica tem 33 milhões de doses disponíveis, por que o governo federal não se dispõe a comprá-las em sua totalidade e, com isso, providenciar a proteção dos que mais precisam?”, questiona a nota.

Os secretários estaduais lembram que o Sistema Único de Saúde é calcado em princípios e um deles é o da universalidade. “Todas as pessoas residentes no país – trabalhadores ou não – têm direito ao acesso ao atendimento público de saúde – o que inclui vacinas. Permitir a vacinação de trabalhadores ligados a um grupo de empresas específicas é romper com este princípio”, pontua a entidade.

Governo federal

Hoje, uma nota de ministérios do Executivo federal abordou o assunto. Segundo o comunicado, o governo “está empenhado em adquirir todos os tipo de vacinas disponíveis e aprovadas pela Anvisa”.

Após ser procurado por empresários, o governo elaborou uma carta em que declarava não ter objeção à compra, desde que houvesse doação de metade para ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde e que a imunização fosse restrita aos funcionários.

Ontem (26), a AstraZeneca afirmou que não possui doses disponíveis para o mercado privado. A companhia declarou que sua capacidade de produção está sendo negociada com governos.