Boletim confirma mais 3.126 novos casos e 71 mortes pela Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (21) mais 3.126 novos diagnósticos e 71 mortes por Covid-19 no Paraná. Há ajuste ao final do texto. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 511.460 casos confirmados e 9.171 óbitos em decorrência da doença.
Os casos divulgados nesta quinta-feira são de janeiro de 2021 (2.969) e dos seguintes meses de 2020: abril (3), maio (1), junho (13), julho (7), agosto (10), setembro (6), outubro (5), novembro (36) e dezembro (76).

INTERNADOS – O boletim desta quinta-feira relata que há 1.332 pacientes com diagnóstico confirmado internados. São 1.110 pacientes em leitos SUS (573 em UTI e 537 em enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em enfermaria).

Há outros 1.374 pacientes internados, 510 em leitos UTI e 864 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A Secretaria Estadual da Saúde o falecimento de mais 71 pacientes. São 29 mulheres e 42 homens, com idades que variam de 32 a 98 anos. Os óbitos ocorreram entre 6 de setembro de 2020 a 21 de janeiro de 2021.

Os pacientes que foram a óbito residiam em Ponta Grossa (12), Paranaguá (5), Cascavel (3), Jaguariaíva (3), Pinhais (3),  Arapongas (2), Araucária (2), Castro (2), Foz do Iguaçu (2), Guamiranga (2), Japira (2), Nova Londrina (2), Telêmaco Borba (2) e Toledo (2).

A Secretaria da Saúde registra ainda a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Andirá, Apucarana, Arapoti, Assaí, Bandeirantes, Bela Vista do Paraíso, Cambé, Campo Mourão, Colombo, Curitiba, Faxinal, Formosa do Oeste, Guaira, Itambé, Londrina, Maringá, Nova Esperança, Pinhão, Porecatu, Quedas do Iguaçu, Rio Azul, Rolândia, São João, São José dos Pinhais, Tibagi, Ubiratã e Umuarama.

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Secretário de saúde do Paraná anuncia novos leitos no HUOP e em cidades pequenas do Oeste

O Governo do Estado está ativando 66 leitos exclusivos para o atendimento de pacientes com Covid-19 no Oeste paranaense. O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, esteve em Cascavel nesta quinta-feira (4) e anunciou a implantação de 12 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 10 enfermarias para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), além de mais 44 leitos clínicos em cidades pequenas da região: seis no Hospital Jesuítas, em Jesuítas; 12 no Hospital Santa Isabel, em Formosa do Oeste; e 16 no Hospital Santo Antônio, em Guaraniaçu.

O secretário acompanha, ainda nesta quinta, a visita do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a unidades de referência para o atendimento à Covid-19 na cidade, onde a taxa de ocupação das UTIs já chegou há alguns dias em 100%. A região Oeste é uma das mais críticas do Estado, com as UTIs chegando a 98% de ocupação – a média do Estado também é alta e está em 96%.

Na quarta-feira (3), o governo já tinha anunciado a ampliação da estrutura de Covid em Cascavel, com a implantação de 32 leitos, os 22 do HUOP e outras 10 UTIs no Hospital Municipal. “Estamos no limite. Não temos mais tempo de discutir se as medidas restritivas são importantes ou não, elas são fundamentais enquanto não chega a vacinação em massa. Temos limites físicos para ampliar ainda mais o atendimento dos hospitais”, afirmou o secretário.

Em Cascavel, Pazuello visitou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Brasília, o Ambulatório Médico de Especialidades do município e a nova sede do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste do Paraná (Cisop), juntamente com o secretário de Atenção Primária da pasta (SAPS), Raphael Parente, e o secretário de Atenção Especializada (SAES), Luiz Otávio Franco Duarte.

“Estamos em um dos estados que tem a melhor estrutura de saúde do País e confiamos na capacidade de atendimento do Paraná”, afirmou. “Precisamos aumentar a capacidade de entrega de leitos de UTI e de enfermaria, e é isso que o Estado está fazendo, com a abertura de mais de 1,4 mil UTIs no último ano”.

O ministro também acompanha o andamento da vacinação contra a Covid-19 no município e, junto com o secretário Beto Preto, fez a entrega formal de novas doses de imunizantes. Além das 7.360 encaminhadas quarta-feira (03) pelo governo, o Ministério da Saúde disponibilizou um fundo extra com 6 mil conjuntos de vacinação para o município. “Com a estabilidade que devemos alcançar com a fabricação nacional, teremos entregas semanais de vacinas, até para não ter grandes estoques nos municípios”, disse Pazzuello.

 

REFORÇO – O HUOP é administrado pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e foi um dos primeiros a integrar a estrutura de retaguarda para a pandemia no Estado, quase um ano atrás, e conta atualmente com cerca de 50 leitos exclusivos para o atendimento à Covid-19.

“As estruturas do município estão sobrecarregadas. Por isso, mesmo cansados não iríamos nos furtar de ajudar a população”, afirmou o diretor-geral da unidade, Rafael Muniz de Oliveira. “Esses novos leitos são uma ampliação, não estamos trocando leitos de atendimento geral pelos de Covid nem reduzindo o atendimento à doença em outras áreas do hospital”.

 

O reitor da Unioeste, Alexandre Weber, destacou as dificuldades para ampliar a estrutura hospitalar. “Chegamos ao máximo da nossa capacidade. Há um esforço da Secretaria e de quem atua na área da saúde para que as pessoas não fiquem sem assistência, mas há uma limitação de profissionais, que não vão conseguir trabalhar no ritmo atual por muito mais tempo”, salientou.

“Se os trabalhadores da saúde estão fazendo esse sacrifício para tratar da população, é preciso que todos façam sua parte para reduzir as contaminações, façam o isolamento social, usem máscara e higienizem as mãos, não existe outro caminho”, acrescentou Weber.

Twitter fixa regras para combater desinformação sobre vacinas

As fake news e a desinformação prejudicam muito os esforços para combater a pandemia; vidas têm sido perdidas em função delas.

Procurando combater esses males, o Twitter introduziu novas regras para evitar a disseminação de informações incorretas ou falsas sobre as vacinas contra a covid-19. De acordo com a nova política, a empresa irá rotular os tweets que trouxerem informações como essas e banir contas que violarem repetidamente as novas regras.

Os rótulos serão semelhantes aos usados ​​pelo Twitter na época da eleição americana, e dirão algo como this tweet is misleading, que poderia ser traduzido como “este tweet é enganoso”; outros usuários serão impedidos de retuitar as mensagens marcadas.

A empresa também está introduzindo um sistema que permitirá punir os infratores reincidentes. Após o primeiro tweet com conteúdo julgado incorreto, os usuários enfrentarão suspensões temporárias, até que na quinta reincidência, serão banidos permanentemente, como foi banido Donald Trump em função de suas mensagens relativas à eleição que perdeu. Em janeiro, o Twitter ocultou um post do presidente Jair Bolsonaro, classificado como enganoso e potencialmente prejudicial por conter informações falsas sobre a covid-19.

Além do Twitter, o Facebook anunciou recentemente que estava banindo desinformação sobre as vacinas contra a covid-19 e outras doenças. O TikTok e o YouTube também introduziram políticas para conter a disseminação de mentiras sobre as vacinas.

Esperamos que seja um passo na direção de uma internet mais confiável, embora também sejam justificadas dúvidas acerca da adoção de medidas similares que configurem censura para atender a interesses políticos e comerciais.