8 melhores apps para ficar com as contas no azul e fazer seu dinheiro render

Os aplicativos já são aliados da organização e produtividade em diversos aspectos. Alguns deles ajudam na organização financeira e controle do orçamento. Confira abaixo 8 das melhores plataformas dessa categoria para manter as contas no azul:

• NuBank

NuBank é uma das fintechs mais famosas do Brasil. A história começa com o anúncio do primeiro produto em 2014: um cartão de crédito com a bandeira da Mastercard sem anuidade totalmente controlado pelo smartphone. Hoje, o NuBank é o maior banco digital independente do mundo e conta com mais de 20 milhões de clientes em todos os 5.570 municípios do Brasil.

• Mobills

Mobills é uma plataforma completa para gestão de finanças pessoais. Com o objetivo de auxiliar os brasileiros a terem uma vida financeira mais saudável, o aplicativo realiza uma análise completa sobre ganhos e gastos em um layout visual com gráficos e porcentagem, centraliza informações sobre contas, cartões, investimentos, despesas e rendas e permite cadastrar objetivos financeiros de curto, médio e longo prazo. A plataforma já tem mais de oito milhões de downloads. Além disso, a assinatura da versão Premium da Mobills tem um valor anual de R$ 99,90 e a plataforma oferece um período de 7 dias gratuitos para teste.

• PicPay

PicPay é um aplicativo disponível para download em celulares Android e iPhone (iOS) que funciona como um super app de pagamentos. Além de fazer pagamento, transferências e armazenar o dinheiro dos usuários, a plataforma oferece serviços como recarga de celular e cartão transporte, crédito para jogos, pagamento de boletos e de contas. Neste mês, o PicPay passou a oferecer crédito pessoal na sua plataforma com o objetivo de se consolidar como um marketplace financeiro.

• Méliuz

Lançado em 2011, o Méliuz é uma empresa que devolve ao consumidor, em dinheiro, parte do valor das compras em mais de 1600 lojas físicas e online do Brasil (cashback). O serviço é totalmente gratuito para os clientes. A proposta é simples: as lojas pagam para anunciar no site e no app do Méliuz e a empresa devolve ao cliente, em dinheiro, parte desse valor. Assim, as lojas incentivam as vendas e os consumidores recebem vantagens em todas as compras. A empresa já devolveu mais de R$ 100 milhões aos usuários.

• Magnetis

Magnetis é a primeira fintech de investimentos do Brasil. Desde 2015, ajuda pessoas a investirem melhor. A empresa é regulada por instituições sólidas para atuar como um guia financeiro, ajudando as pessoas a atingirem seus objetivos com segurança. A fintech possui um algoritmo que entende o planejamento e perfil de cada usuário, faz uma pesquisa em mais de 20 mil ativos para montar uma carteira exclusiva e ideal para cada cliente.

• QuiteJá

QuiteJá é uma plataforma 100% digital de recuperação de crédito que tem como objetivo tornar a relação entre credor e devedor mais dinâmica e saudável. Oferece suporte durante todo o processo de pagamento, apresentando oportunidades e planos de negociação e sugerindo descontos que beneficiem todos os envolvidos. Criada em 2016 e com atuação nacional, a empresa já ajudou mais de 600 mil brasileiros a regularizarem os seus débitos.

• Easynvest

Easynvest, corretora independente, possui um aplicativo para investimentos com uma interface simples e acessível. Com o objetivo de ser uma porta de entrada para o mundo dos investimentos, a Easynvest é líder em Tesouro Direto, tem mais de 300 produtos financeiros, entre Renda Fixa e Renda Variável, atende todos os públicos, desde quem investe pela primeira vez até quem já é bem experiente.

• MobillsEdu

O MobillsEdu, disponível para Android iOS , é um aplicativo de educação financeira totalmente gratuito que conta com lições sobre o tema que podem ser estudadas e resolvidas em no máximo cinco minutos, em qualquer lugar e até mesmo offline. A plataforma também possui ferramentas para facilitar o dia a dia no planejamento financeiro. Entre elas estão as calculadoras de juros simples e compostos, que além dos cálculos, mostram em detalhes o valor inicial e os juros que incidiram sobre ele; e a calculadora de salário líquido, que mostra em detalhes todo o cálculo do salário em regime de CLT, descontando todos os impostos trabalhistas que incidem sobre o salário.

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“O novo pedágio vai fragilizar a economia do Paraná”, avalia deputado

Nesta sexta-feira (5), tem início a série de dez audiências públicas para discutir o novo modelo de pedágio no Paraná, proposto pelo Governo Federal. A audiência será realizada no auditório da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic), onde irão se reunir deputados da Frente Parlamentar sobre o Pedágio da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) , líderes locais e empresários. O debate poderá ser acompanhado através da TV Assembleia, site e redes sociais do Legislativo. Leia mais em ContraPonto.

Acordos especiais renegociaram R$ 81,9 bi da dívida ativa na pandemia

Criados para socorrerem contribuintes em dificuldade por causa da pandemia de covid-19, os parcelamentos especiais renegociaram R$ 81,9 bilhões inscritos na dívida ativa da União. De abril a dezembro do ano passado, 268,2 mil acordos de transação excepcional – como é chamado esse tipo de renegociação – foram fechados.

O balanço foi divulgado hoje (19) pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Dos R$ 81,9 bilhões renegociados, R$ 1,7 bilhão foi pago em 2020, como entrada para a adesão ao parcelamento especial e como primeira parcela.

As negociações individuais com contribuintes que devem mais de R$ 15 milhões, categoria que abrange empresas falidas, em recuperação judicial ou entes públicos, também foram destaque. Segundo a PGFN, foram fechadas mais de 20 negociações individuais de grande porte, que permitiram a regularização de um passivo superior a R$ 2 bilhões.

Apenas em dezembro, 96% das negociações aprovadas pela PGFN foram transações excepcionais, que permitiram descontos de 30% a 100% nos juros, nos encargos e nas multas. Somente 4% dos acordos celebrados no mês passado foram parcelamentos comuns, em até cinco anos e sem descontos.

Ao todo, foram criadas quatro modalidades especiais de renegociação após o início da pandemia de covid-19: dívida ativa tributária de pequeno valor, excepcional, extraordinária e excepcional para débitos rurais e extraordinários. O primeiro parcelamento especial foi criado em abril. O mais recente, em setembro. A PGFN forneceu uma tabela para o contribuinte consultar as diferenças de cada modalidade de acordo.

As adesões, que podiam ser feitas pela internet, acabaram em 29 de dezembro. A transação excepcional só abrangeu dívidas de difícil recuperação, que procedem de devedores falidos, em recuperação judicial ou inscritos há mais de 15 anos da dívida ativa sem garantias que possam ser executadas ou suspensão de exigibilidade. Somente o contribuinte com classificações “C” e “D” puderam fazer a renegociação especial.